Comecei a trajetória para deixar de fumar. Hoje entro no terceiro dia sem fumar, sem as tragadas de fumaça que enchem o meu corpo de uma satisfação e prazer, como é um ato banal e capaz de propocionar momento tão prazeroso?
Não estou sozinha nessa empreitada, busquei ajuda médica e estou tomando um remédio que de acordo com o médico é o mais "inteligente" para auxiliar nesse primeiro momento. Não estou tão fissurada, mas confesso que penso no cigarro o tempo todo. É algo que está impregnado em seus hábitos e faz parte do seu dia-a-dia como escovar os dentes, alimentar-se e tudo o mais que fazemos no cotidiano.
Não estou com os efeitos colateriais do medicamento intenso, está tudo suportável e tento mudar a rotina, passar por outros caminhos e estou com a criatividade mais aguçada como nunca, estou dando vazão a meu lado artístico e a minha cabeça está repleta de coisas a dizer e fazer. É o momento de colocar em prática.


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